O número de evangélicos no Brasil - segundo último levantamento feito pelo IBGE, em 2010 - gira em torno de 42,3 milhões. Apesar de expressivo, o crescimento da igreja evangélica brasileira tem sido acompanhado pela ausência de unidade e de uma liderança nacional, por denúncias de corrupção, e, principalmente, por uma crescente ameaça oriunda de organizações lideradas por ateus e defensores da causa homossexual (LGBT). Para combater os abusos e fazer frente às ameaças seria necessário o surgimento de um líder que consiga reunir as várias vertentes do Protestantismo e que seja, ao mesmo tempo, isento de qualquer suspeita. Essa seria a fórmula, segundo alguns, para que o movimento evangélico possa dialogar com todos os organismos e segmentos da sociedade. Várias tentativas foram e estão sendo tomadas por líderes como Edir Macedo e Marcos Feliciano, mas a existência de barreiras entre neopentecostais e pentecostais e o apelo político de figuras como de Feliciano são impeditivos que dific...